Manutenção – E-PORT https://eportman.cfabio.com.br Manutenção de Equipamentos Pesados Sat, 20 Jul 2024 03:31:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Estendendo A VIDA ÚTIL dos Guindastes https://eportman.cfabio.com.br/estendendo-a-vida-util-dos-guindastes/ https://eportman.cfabio.com.br/estendendo-a-vida-util-dos-guindastes/#respond Sat, 20 Jul 2024 03:28:54 +0000 https://eportman.com.br/?p=789 Com os guindastes tendo uma vida útil típica variando entre 25 e 30 anos, os empresários donos dos equipamentos devem reconhecer o valor representado pela manutenção do guindaste. Além disso, ao investir dinheiro no equipamento por esse período de tempo, os proprietários e operadores de guindastes precisam estar cientes das causas comuns de mau uso, quebra e ineficiência do guindaste.

Os proprietários, que implementam um programa eficaz de manutenção e treinamento, geralmente colhem lá na frente os frutos dessas ações; seja no baixo índice de sinistros, e ganhos na negociação com seguradoras, seja na imagem da empresa e no alto valor de revenda do equipamento. Investir na manutenção e no treinamento é uma operação ganha-ganha!

As principais causas de quebra e ineficiência dos guindastes incluem má operação por operadores não qualificados e negligência na manutenção. Ao implementar programas de manutenção programada e treinamento de operadores, a eficiência e a confiabilidade de um guindaste podem ser significativamente melhoradas.

MANUTENÇÃO E TREINAMENTO PROGRAMADOS

A chave para uma manutenção bem-sucedida está em sua programação e execução. É fato reconhecido que reparos corretivos não programados são muito mais caros do que um reparo pertencente a uma programação preventiva, a qual possui data e tempo planejado para acontecer. O tempo de inatividade e a perda de horas de trabalho podem ser muito onerosos, os custos do equipamento parado, podem, em muitos casos, dobrar o custo do reparo, caso a manutenção atuasse antes da falha. Portanto, é importante revisar, monitorar e manter a condição dos guindastes de maneira regular, e empregar manutenção preventiva ao invés de reativa.

Para alcançar o desempenho ideal, é essencial que haja uma boa coordenação e cooperação entre os operadores e o pessoal da manutenção. Utilizar operadores treinados para garantir que o guindaste seja operado corretamente, também ajuda a reduzir os custos de operação e aumenta os lucros finais, melhorando a produtividade e a eficácia como um todo.

Em suma, os benefícios de um bom programa de manutenção de guindastes e treinamento de operador incluem:

  • Redução do tempo de inatividade;
  • Maior eficiência e maior produtividade;
  • Custos operacionais de longo prazo reduzidos;
  • O risco de avaria e perda de horas no cliente são minimizados;
  • Prolongamento do ciclo de vida dos componentes, aumentando a vida útil do guindaste;
  • Promove-se a conscientização do cumprimento das normas e regulamentos de saúde e segurança, melhorando as condições de segurança e qualidade;
  • Economia do custo efetivo do pessoal de manutenção;

REFORMA OU MODERNIZAÇÃO

No final da vida útil projetada de um guindaste, o proprietário ou usuário se depara com duas opções: a substituição do equipamento ou a sua atualização. Na maioria das vezes, reformar um guindaste é uma opção mais econômica do que investir em um novo. Através de uma reforma rigorosa e atualização tecnológica, um guindaste pode recuperar boa parte de sua vida útil. Além da melhoria do desempenho, a incorporação de novas tecnologias irá garantir que ele esteja em conformidade com as regras e regulamentos de saúde e segurança atuais, resultando num aumento da segurança na operação.

Por: Camilo Filho

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Qual a frequência para MANUTEÇÃO DE GUINDASTES? https://eportman.cfabio.com.br/qual-a-frequencia-para-manutencao-de-guindastes/ https://eportman.cfabio.com.br/qual-a-frequencia-para-manutencao-de-guindastes/#respond Thu, 27 Jun 2024 03:25:36 +0000 https://eportbkp.cfabio.com.br/?p=771 A manutenção do guindaste já começa pela prevenção. A melhor maneira de evitar reparos no equipamento, é mantendo o operador treinado e preparado. Além disso, o equipamento deve passar constantemente por avaliação para garantir excelentes condições, seguindo todas as recomendações do fabricante. É preciso ainda seguir as normas técnicas: a norte-americana ASME B-30 e a ISO 9927:1, elaboradas pelos fabricantes, usuários e órgãos reguladores internacionais.

PREVENTIVA

Para que o equipamento seja seguro para o uso, indica-se que a equipe de manutenção utilize um histórico de todas as inspeções e manutenções. Recomenda-se também inspeção diária, antes do guindaste seguir para operação. É preciso checar o nível do óleo do motor e do óleo hidráulico, da água do radiador e dos níveis de óleo dos redutores de elevação.

No caso dos guindastes móveis, checar o nível de óleo (diesel e da transmissão) e os mecanismos de manuseio da carga (de elevação e de giro). Para os guindastes treliçados, checar a estrutura da lança, o ponto de fixação do cabo do moitão, a lubrificação e os componentes de desgaste.

O local de operação da máquina deve ser verificado, pois precisa ter 360 graus livres. Não pode haver obstrução mecânica no equipamento e os freios devem estar em excelentes condições.

Se precisar de manutenção, o indicado é tentar realizar no próprio campo para ganhar tempo com a desmontagem e evitar o transporte pelo custo e dificuldade do frete. Os fabricantes já indicam kits de manutenção pensando nisso.

CORRETIVA

As manutenções corretivas podem ser mais delicadas, envolvendo a estrutura do guindaste e, por isso, devem ser realizadas em oficinas. Os componentes devem ser protegidos e limpos antes da desmontagem do equipamento. E o motor deve ser desligado e as baterias retiradas antes de fazer a manutenção nos sistemas elétricos.

As estruturas soldadas dos elementos estruturais dos guindastes devem ser checadas com frequência, pois podem sofrer rachaduras com alto risco à operação. Por isso, a soldagem é uma manutenção corretiva. Os manuais e normas devem ser seguidos para não prejudicar a estrutura do equipamento. Lembrando da recomendação de desligar todo o sistema elétrico, a chave geral ou a bateria.

Os cabos de aço devem passar por inspeções periódicas. Na verificação diária para identificar corrosão, fios rompidos, distorcidos, esmagados e desgastados, principalmente nos pontos de tensão e no contato com as conexões e as polias. Para que tenham mais vida útil, deve-se evitar a liberação da carga de forma brusca e rápida.

A lubrificação dos cabos de aço é muito importante para reduzir o atrito interno e evitar a corrosão. O cabo deve ser limpo antes com uma escova de aço rígida e solvente, ar comprimido ou vapor. A lubrificação deve ser efetuada ainda nos componentes do motor, da transmissão, lança, suspensão e mesa de giro. Na lubrificação, outros itens que merecem atenção são os cilindros hidráulicos.

CHECK-LIST PARA INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO

  • Embreagem
  • Bomba hidráulica
  • Mangueira hidráulica com proteção de plástico
  • Filtro de óleo
  • Recorte da plataforma de giro
  • Cabos
  • Óleo no motor
  • Estrutura do chassi
  • Folga de correia
  • Roda dentada da plataforma de giro
  • Eixo do câmbio
  • Turbo compressor
  • Cabo e ponta da lança
  • Estrutura do chassi

A utilização do guindaste exige mão de obra especializada e o suporte de uma empresa qualificada em manutenção de equipamentos pesados. A E-PORT é especialista em oferecer as melhores soluções para equipamentos de movimentação de cargas, trabalhos em altura e içamentos. Com uma equipe altamente qualificada, executa todos os processos de maneira segura e eficiente.

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A importância da manutenção de GUINDASTES ARTICULADOS https://eportman.cfabio.com.br/a-importancia-da-manutencao-de-guindastes-articulados/ https://eportman.cfabio.com.br/a-importancia-da-manutencao-de-guindastes-articulados/#respond Wed, 05 Jun 2024 00:20:57 +0000 https://eportbkp2.cfabio.com.br/?p=751 Os guindastes articulados exercem grande influência dentro da empresa. Sem esse equipamento, atividades rotineiras como o transporte de mercadorias seriam praticamente impossíveis de realizar. Logo, os gestores precisam se atentar para a manutenção de guindastes articulados.

Essa é a forma mais simples para garantir a segurança e confiabilidade dos equipamentos. Além disso, as revisões periódicas garantem que os retornos sobre o investimento sejam atrativos no médio a longo prazo.

O QUE SÃO REVISÕES PERIÓDICAS?

Manutenção de guindastes articulados, ou revisões periódicas, são serviços que mantêm ou preservam a integridade do equipamento. Durante a visita, o técnico especializado confere diversos itens através de um check list, conforme previsto no manual de operação.

A primeira revisão acontece após as primeiras 50 horas de utilização do equipamento, e os seguintes itens são verificados:

  • Reaperto de prisioneiros de fixação do guindaste
  • Reaperto de conexões hidráulicas de tubos e mangueiras
  • Substituição dos filtros de alta pressão e filtros de retorno
  • Verificação do nível de óleo hidráulico
  • Inspeção visual de componentes estruturais

As demais revisões acontecem a cada 1.000 horas de utilização ou pelo menos 1 vez ao ano. Os seguintes itens são verificados nesta manutenção:

  • Reaperto de prisioneiros de fixação do guindaste
  • Reaperto de conexões hidráulicas de tubos e mangueiras
  • Inspeção de folga na coluna do guindaste
  • Substituição dos filtros de alta pressão e filtros de retorno
  • Verificação do nível de óleo hidráulico
  • Inspeção visual de componentes estruturais
  • Inspeção visual do gancho de carga
  • Inspeção visual do cabo de aço do guincho (caso equipado)
  • Teste de funcionamento dos dispositivos de segurança
  • Teste de funcionamento do controle remoto (caso equipado)
  • Teste de funcionamento de bomba e tomada de força
  • Teste de funcionamento de todos os acessórios
  • Teste de funcionamento de alavancas do comando e hastes de comutação
  • Lubrificação geral do equipamento
  • Substituição do óleo hidráulico do guindaste
  • Substituição do óleo de engrenagens do guincho de cabo (caso equipado)

É importante que os gerentes de manutenção entendam como esses fatores influenciam no desempenho dos guindastes articulados. O óleo e os filtros, por exemplo, são parte do sistema hidráulico, que atua como o “coração” dos equipamentos. Logo, precisam estar em boas condições. 

manutenção certifica que não há contaminantes no sistema, que podem ocasionar perda de componentes. Do contrário, o guindaste pode parar durante a operação ou apresentar vazamentos indesejáveis. 

Durante a revisão periódica, o técnico especializado também certifica que os prisioneiros de fixação estão bem apertados. Assim, garante a estabilidade do guindaste no caminhão e minimiza as chances de acidentes. 

IMPORTÂNCIA DAS REVISÕES

Entender o que são as revisões periódicas ajuda gestores a reforçar a importância de agendar as manutenções. O objetivo é evitar falhas e acidentes através de uma ação preventiva, independente da tipologia do equipamento. Por isso, o mais recomendado é acionar uma empresa autorizado em intervalos de tempo programados. 

Assim, a empresa contribui para o aumento da vida útil do equipamento. Existem guindastes articulados em operação há mais de 20 anos. Isso só foi possível graças à conservação e às revisões periódicas. Ao fazer as manutenções periódicas, preserva-se os componentes estruturais e hidráulicos do equipamento.

Outro ponto de atenção está no fator de economia. Engana-se quem pensa que é mais barato chamar os técnicos apenas quando há problemas. Na verdade, é o contrário: a manutenção evita que os mesmos fiquem parados por muito tempo, afetando a produção. Dessa forma, reduz os custos operacionais. 

SE NÃO FOR FEITA A MANUTENÇÃO?

O principal problema está nos contaminantes, que impactam negativamente os componentes hidráulicos. Como vimos anteriormente, esse é o “coração” do equipamento, então é de extrema importância que os filtros sejam trocados. A qualidade do óleo hidráulico também é importante, caso contrário, os guindastes articulados podem parar no meio de uma operação. 

Além disso, a manutenção de guindastes articulados engloba a parte estrutural do equipamento. Sem a realização de inspeções visuais periódicas, há o risco de ocorrer quebras que podem causar incidentes ou acidentes durante a operação.

É importante reforçar que existe uma série de normas que regulamentam o uso de guindastes articulados em canteiros de obra. É o caso da NR-12 — Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, que trata de projeto, fabricação, importação, comercialização e utilização de máquinas e equipamentos. Seu objetivo é simples: garantir a segurança do trabalho durante o uso dos guindastes e de outros equipamentos.

Essa é uma das normas mais importantes e extensas da Consolidação das Leis Trabalhistas. Ela exige informações completas sobre todo o ciclo de vida dos guindastes articulados e outras máquinas. Isso inclui a manutenção de guindastes, seu transporte, utilização e até mesmo eliminação ao final da vida útil.

Por isso é tão importante fazer revisões periódicas nesses equipamentos. É dever da empresa garantir o bem-estar de seus funcionários, promovendo a segurança no ambiente de trabalho. 

fonte: www.palfinger.com

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DICAS PARA REPARO EM GUINDASTES https://eportman.cfabio.com.br/dicas-para-reparo-em-guindastes/ https://eportman.cfabio.com.br/dicas-para-reparo-em-guindastes/#respond Sat, 01 Jun 2024 22:57:54 +0000 https://eportbkp2.cfabio.com.br/?p=743 A manutenção de guindastes envolve dois sistemas principais: sistema hidráulico e sistema elétrico. Há também um terceiro tipo de problema – mais fácil de detectar e comum a todas as máquinas – que é o problema mecânico. Problemas mecânicos são mais fáceis de detectar porque normalmente são visíveis como, por exemplo, a quebra de uma peça. Além disso, há mais profissionais experientes que sabem resolver esse tipo de problema.

Para se tornar apto a diagnosticar problemas em sistemas hidráulicos ou elétricos, no entanto, é recomendável investir em cursos técnicos de eletrônica e hidráulica ou técnico em mecatrônica. Mesmo porque, geralmente esses problemas não estão visíveis. Normalmente o que vemos é que alguma função não está operante, mas não sabemos se é um problema elétrico ou hidráulico. Primeiramente há que se descobrir isso, para tomar as próximas medidas.

Segue abaixo, um exemplo simples em duas situações (Figuras 1 e 2). Nesse exemplo, há uma válvula solenoide, no caso, uma válvula de acionamento elétrico que desvia a pressão de um lado do cilindro para o outro lado, fazendo com que o mesmo se estenda ou se retraia. Na primeira situação, a válvula está desligada, portanto a mola empurra a válvula para a esquerda e então a pressão hidráulica passa para o lado da retração do cilindro.

Na segunda situação, a válvula está ligada, portando a solenoide empurra a válvula para a direita pressionando a mola, e então a pressão hidráulica passa para o lado de extensão do cilindro. Nesse caso pode-se fazer um simples teste. É dado o comando elétrico e verificado se a voltagem (24 Volts, por exemplo) está chegando ou não até a válvula. Se sim, é um problema hidráulico; se não chegar nada, então é um problema elétrico. É fundamental que o resultado do teste esteja correto, pois o caminho a ser tomado será totalmente diferente dependendo desse resultado.

No caso de ser hidráulico, o próximo passo será checar os componentes, como bomba, válvulas e o próprio cilindro. Pode ser que a bomba não esteja fornecendo a pressão necessária, ou a válvula está com fuga interna ou emperrada, ou há fuga interna de óleo no cilindro. No caso de ser elétrico, será preciso checar fusível, interruptores, relés e conectores (Figura 3).

Figura 3

No exemplo acima, foi explicado de uma maneira simples a simbologia e funcionamento de alguns componentes: a válvula solenoide, cilindro hidráulico, fusível, interruptor e relé. Existem dezenas de componentes com seus respectivos símbolos. Nos cursos técnicos é ensinada a simbologia e o funcionamento desses componentes, possibilitando que se faça a leitura dos diagramas e análise do funcionamento normal dos diversos sistemas, de forma que se possa fazer testes em cada componente até localizar o defeituoso. Para aqueles que não queiram ou não possam investir em um curso, é possível pesquisar na internet os detalhes de cada componente, simbologia e funcionamento. Com isso, o responsável pela manutenção terá a base para a interpretação dos diagramas.

Um ponto importante a se atentar é que, antes de iniciar o reparo em qualquer máquina, é necessário o conhecimento da operação normal. Isso pode ser obtido através da leitura do manual de operação ou fazendo algumas perguntas rápidas para o operador do guindaste – que é a pessoa que mais conhece a operação do seu equipamento. Isso porque, se pararmos para pensar, como poderíamos fazer o equipamento funcionar corretamente se não sabemos como é o funcionamento correto? Não saberíamos qual é resultado que queremos obter, então não é possível saber os passos a serem tomados até atingir tal resultado. Também é necessário definir exatamente qual é o problema no equipamento e se há realmente um defeito ou se é uma operação incorreta que o está impedindo de executar a função.

Outro fator que conta muito é a experiência. Tive uma situação em que, ao fazer o diagnóstico de uma máquina, demorei cerca de dois dias para localizar o defeito. Alguns meses, depois percebi que as mesmas características daquele defeito ocorreram em outra máquina, então decidi fazer um teste e consegui localizar a causa em menos de 15 minutos.

Em outra ocasião, acompanhei a montagem de um circuito elétrico e perguntei para o técnico que estava analisando o circuito para que servia aquele sistema. Algum tempo depois, o cliente que comprou aquele equipamento estava dizendo que o equipamento estava com um defeito, porém, como eu já havia lido o manual de operação e tive a oportunidade de ver a instalação do sistema, pedi ao operador que fizesse um teste e, em questão de minutos, resolvi o problema que, na verdade, era apenas uma operação incorreta.

Essas foram algumas dicas e experiências adquiridas durante o desenvolvimento da carreira na área de manutenção em guindastes. Uma carreira interessante em que sempre há algo novo a se aprender pela tecnologia avançada e evolução contínua que garante a segurança dos trabalhadores envolvidos no içamento de cargas.

fonte: cranebrasil.com.br | por Miguel Tadano

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RENOVAÇÃO DE CONTRATO com a VLI logísitca https://eportman.cfabio.com.br/renovacao-de-contrato-com-a-vli-logisitca/ https://eportman.cfabio.com.br/renovacao-de-contrato-com-a-vli-logisitca/#respond Sun, 12 May 2024 05:05:25 +0000 https://eportbkp2.cfabio.com.br/?p=632 O Porto do Pecém é um terminal portuário da costa do Nordeste brasileiro, estilo ”OFF SHORE” localizado em um acidente geográfico denominado “Ponta do Pecém”. A E-PORT realizou serviços de atendimento à demanda de manutenções em máquinas pesadas para empresa VLI Logística que atua neste terminal portuário. A atuação da E-PORT pautada pela seriedade e profissionalismo, tem sido fundamental para o sucesso das operações portuárias, contribuindo para a eficiência e competitividade das atividades realizadas pela VLI Logística no Porto do Pecém.

A renovação do contrato de prestação de serviço da E-PORT com a VLI Logística, ocorrida no mês de Fevereiro deste ano, é um marco que reforça a parceria sólida e confiável entre as empresas. Esta renovação não apenas reafirma a confiança mútua, mas também celebra um compromisso demonstrado com os resultados e soluções alcançados ao longo das manutenções executadas pela E-PORT, que continuará a ser um parceiro estratégico na busca contínua por resultados eficientes.

fonte: Edér Santos – Diretor Técnico

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ROTINAS DE CONSERVAÇÃO EM GUINDASTES https://eportman.cfabio.com.br/rotinas-de-conservacao-em-guindastes/ https://eportman.cfabio.com.br/rotinas-de-conservacao-em-guindastes/#respond Fri, 03 May 2024 16:58:09 +0000 https://eport.vetor4design.br-web.com/?p=38 Como nas demais áreas, quando se trata de manutenção e reparação de guindastes, a primeira questão invariavelmente apontada é a necessidade de treinamento intensivo do operador, que é tido como o principal responsável pela longevidade do equipamento e segurança da operação. Segundo alguns fabricantes, cerca de 90% dos acidentes resultam de erros humanos.

Alguns especialistas ressaltam que não é possível falar apenas de paradas programadas quando se trata de garantir condições mecânicas adequadas a estas máquinas. Do mesmo modo, é insuficiente seguir somente as indicações do manual do fabricante do equipamento. Portanto, a indicação mais segura é a de sempre consultar e seguir as normas técnicas, como a norte-americana ASME B-30 e a ISO 9927:1, que são documentos de amplo consenso elaborados conjuntamente por fabricantes, usuários e órgãos reguladores internacionais. Outra recomendação é que o gestor de manutenção crie uma base de dados com um histórico de inspeções e manutenções do equipamento, uma ferramenta que auxilia na detecção de desvios padrões e na identificação de tendências em cada tipo de operação realizado pelos guindastes.

INSPEÇÃO DIÁRIA

Apesar de haver diferentes itens a serem inspecionados, que variam de acordo com o tipo de guindaste, alguns pontos são comuns, tanto nos modelos elétricos como nos movidos a diesel. Um deles é a inspeção diária, sempre realizada antes de a máquina entrar em operação. O procedimento inclui a verificação do nível do óleo do motor e do óleo hidráulico, além da água do radiador e dos níveis de óleo dos redutores de elevação. Em guindastes móveis, deve-se verificar ainda o nível de óleo (diesel e da transmissão) e o funcionamento dos mecanismos de manuseio da carga, como o de elevação e de giro.

No caso de guindastes treliçados, a diferença está na necessidade de verificação da estrutura da lança, para avaliar se algum elemento está amassado, solto ou desalinhado. Outros itens verificados diariamente são o ponto de fixação do cabo do moitão, a lubrificação e os componentes de desgaste.

Após a inspeção diária, ainda é necessário verificar se o local de operação da máquina abrange 360 graus livres, além de – antes de iniciar a operação – avaliar se não há obstrução mecânica no equipamento e se os freios estão em boas condições 

PROCEDIMENTOS

Se as inspeções apontarem a necessidade de manutenção, a primeira avaliação que deve ser feita é se o procedimento pode ou não ser realizado no próprio campo. Isso é importante, pois o tempo de desmontagem para transporte e a posterior remontagem, bem como o custo de frete de um equipamento de grande porte, dependendo do trajeto e da eventual necessidade de diversas carretas para transporte, poderá inviabilizar completamente o deslocamento até a oficina.

Mas a boa notícia é que, teoricamente, 100% das manutenções preventivas e preditivas podem ser realizadas no campo. Para isso, os fabricantes disponibilizam kits específicos. No caso de guindastes AT (All-Terrain), por exemplo, a cada 500 horas é preciso substituir o kit de manutenção de materiais de consumo, como correias, filtros, vedações e lubrificantes.

Já as intervenções corretivas mais complexas, como manutenção de elementos estruturais, oferecem maior segurança quando são realizadas em oficinas. Se, devido ao custo de frete, o usuário optar por realizá-las em campo, deve antes saber se o local possui condições estruturais semelhantes às de uma oficina, com espaço adequado, nivelamento correto e acesso às ferramentas necessárias, além de um técnico qualificado e segurança operacional.

Um ponto sempre lembrado é o cuidado com a limpeza, principalmente com peças móveis e vedações. Ao desconectar linhas hidráulicas de combustível, de ar ou de óleo lubrificante, por exemplo, lembre-se de limpar e inspecionar o ponto de conexão, e vedá-lo até ser reconectado. Nos redutores e no sistema hidráulico, são indicados testes físico-químicos no óleo lubrificante, procurando por partículas abrasivas e de degradação, o que pode determinar a periodicidade em que esse produto deverá ser trocado.

Com os devidos componentes protegidos e limpos, é possível fazer a desmontagem do equipamento, sempre examinando o trabalho executado e conferindo o check-list, para se certificar que nada deixou de ser feito. Além disso, antes de trabalhar nos sistemas elétricos da máquina é necessário desligar o motor e retirar as baterias.

fonte: www.guindastes.com

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