E-PORT https://eportman.cfabio.com.br Manutenção de Equipamentos Pesados Sat, 20 Jul 2024 03:31:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 Estendendo A VIDA ÚTIL dos Guindastes https://eportman.cfabio.com.br/estendendo-a-vida-util-dos-guindastes/ https://eportman.cfabio.com.br/estendendo-a-vida-util-dos-guindastes/#respond Sat, 20 Jul 2024 03:28:54 +0000 https://eportman.com.br/?p=789 Com os guindastes tendo uma vida útil típica variando entre 25 e 30 anos, os empresários donos dos equipamentos devem reconhecer o valor representado pela manutenção do guindaste. Além disso, ao investir dinheiro no equipamento por esse período de tempo, os proprietários e operadores de guindastes precisam estar cientes das causas comuns de mau uso, quebra e ineficiência do guindaste.

Os proprietários, que implementam um programa eficaz de manutenção e treinamento, geralmente colhem lá na frente os frutos dessas ações; seja no baixo índice de sinistros, e ganhos na negociação com seguradoras, seja na imagem da empresa e no alto valor de revenda do equipamento. Investir na manutenção e no treinamento é uma operação ganha-ganha!

As principais causas de quebra e ineficiência dos guindastes incluem má operação por operadores não qualificados e negligência na manutenção. Ao implementar programas de manutenção programada e treinamento de operadores, a eficiência e a confiabilidade de um guindaste podem ser significativamente melhoradas.

MANUTENÇÃO E TREINAMENTO PROGRAMADOS

A chave para uma manutenção bem-sucedida está em sua programação e execução. É fato reconhecido que reparos corretivos não programados são muito mais caros do que um reparo pertencente a uma programação preventiva, a qual possui data e tempo planejado para acontecer. O tempo de inatividade e a perda de horas de trabalho podem ser muito onerosos, os custos do equipamento parado, podem, em muitos casos, dobrar o custo do reparo, caso a manutenção atuasse antes da falha. Portanto, é importante revisar, monitorar e manter a condição dos guindastes de maneira regular, e empregar manutenção preventiva ao invés de reativa.

Para alcançar o desempenho ideal, é essencial que haja uma boa coordenação e cooperação entre os operadores e o pessoal da manutenção. Utilizar operadores treinados para garantir que o guindaste seja operado corretamente, também ajuda a reduzir os custos de operação e aumenta os lucros finais, melhorando a produtividade e a eficácia como um todo.

Em suma, os benefícios de um bom programa de manutenção de guindastes e treinamento de operador incluem:

  • Redução do tempo de inatividade;
  • Maior eficiência e maior produtividade;
  • Custos operacionais de longo prazo reduzidos;
  • O risco de avaria e perda de horas no cliente são minimizados;
  • Prolongamento do ciclo de vida dos componentes, aumentando a vida útil do guindaste;
  • Promove-se a conscientização do cumprimento das normas e regulamentos de saúde e segurança, melhorando as condições de segurança e qualidade;
  • Economia do custo efetivo do pessoal de manutenção;

REFORMA OU MODERNIZAÇÃO

No final da vida útil projetada de um guindaste, o proprietário ou usuário se depara com duas opções: a substituição do equipamento ou a sua atualização. Na maioria das vezes, reformar um guindaste é uma opção mais econômica do que investir em um novo. Através de uma reforma rigorosa e atualização tecnológica, um guindaste pode recuperar boa parte de sua vida útil. Além da melhoria do desempenho, a incorporação de novas tecnologias irá garantir que ele esteja em conformidade com as regras e regulamentos de saúde e segurança atuais, resultando num aumento da segurança na operação.

Por: Camilo Filho

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LHM 400 da Liebherr no PORTO DE IMBETIBA https://eportman.cfabio.com.br/lhm-400-da-liebherr-no-porto-de-imbetiba/ https://eportman.cfabio.com.br/lhm-400-da-liebherr-no-porto-de-imbetiba/#respond Thu, 11 Jul 2024 05:07:24 +0000 https://eportman.com.br/?p=776 A E-PORT realizou recentemente, neste mês de Junho, uma intervenção técnica em um guindaste LHM 400 da Liebherr. É um guindaste móvel portuário altamente versátil e robusto, projetado para operações eficientes de movimentação de cargas em portos e terminais. O LHM 400 é conhecido por sua confiabilidade e eficiência, sendo uma escolha popular entre os operadores portuários que necessitam de um guindaste versátil e potente para uma variedade de tarefas de movimentação de cargas.

A intervenção foi realizada no Porto de Imbetiba, na cidade de Macaé, Rio de Janeiro, nas dependências da parceira TPAR – Terminal Portuário de Angra dos Reis S/A especializado no apoio logístico às atividades Offshore e na movimentação de cargas de projeto e carga geral.

Nesta intervenção técnica foi necessário a desmontagem parcial do equipamento. É fundamental seguir procedimentos rigorosos de segurança e utilizar ferramentas adequadas para garantir que todas as partes sejam removidas sem danos. A desmontagem parcial do guindaste LHM 400 da Liebherr é um processo essencial para o transporte e a manutenção do equipamento. Esta operação envolve a remoção de componentes principais, como a lança, contrapesos, cabos e outras partes críticas, de forma a facilitar o transporte do guindaste entre diferentes locais ou para realizar manutenções específicas.

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Qual a frequência para MANUTEÇÃO DE GUINDASTES? https://eportman.cfabio.com.br/qual-a-frequencia-para-manutencao-de-guindastes/ https://eportman.cfabio.com.br/qual-a-frequencia-para-manutencao-de-guindastes/#respond Thu, 27 Jun 2024 03:25:36 +0000 https://eportbkp.cfabio.com.br/?p=771 A manutenção do guindaste já começa pela prevenção. A melhor maneira de evitar reparos no equipamento, é mantendo o operador treinado e preparado. Além disso, o equipamento deve passar constantemente por avaliação para garantir excelentes condições, seguindo todas as recomendações do fabricante. É preciso ainda seguir as normas técnicas: a norte-americana ASME B-30 e a ISO 9927:1, elaboradas pelos fabricantes, usuários e órgãos reguladores internacionais.

PREVENTIVA

Para que o equipamento seja seguro para o uso, indica-se que a equipe de manutenção utilize um histórico de todas as inspeções e manutenções. Recomenda-se também inspeção diária, antes do guindaste seguir para operação. É preciso checar o nível do óleo do motor e do óleo hidráulico, da água do radiador e dos níveis de óleo dos redutores de elevação.

No caso dos guindastes móveis, checar o nível de óleo (diesel e da transmissão) e os mecanismos de manuseio da carga (de elevação e de giro). Para os guindastes treliçados, checar a estrutura da lança, o ponto de fixação do cabo do moitão, a lubrificação e os componentes de desgaste.

O local de operação da máquina deve ser verificado, pois precisa ter 360 graus livres. Não pode haver obstrução mecânica no equipamento e os freios devem estar em excelentes condições.

Se precisar de manutenção, o indicado é tentar realizar no próprio campo para ganhar tempo com a desmontagem e evitar o transporte pelo custo e dificuldade do frete. Os fabricantes já indicam kits de manutenção pensando nisso.

CORRETIVA

As manutenções corretivas podem ser mais delicadas, envolvendo a estrutura do guindaste e, por isso, devem ser realizadas em oficinas. Os componentes devem ser protegidos e limpos antes da desmontagem do equipamento. E o motor deve ser desligado e as baterias retiradas antes de fazer a manutenção nos sistemas elétricos.

As estruturas soldadas dos elementos estruturais dos guindastes devem ser checadas com frequência, pois podem sofrer rachaduras com alto risco à operação. Por isso, a soldagem é uma manutenção corretiva. Os manuais e normas devem ser seguidos para não prejudicar a estrutura do equipamento. Lembrando da recomendação de desligar todo o sistema elétrico, a chave geral ou a bateria.

Os cabos de aço devem passar por inspeções periódicas. Na verificação diária para identificar corrosão, fios rompidos, distorcidos, esmagados e desgastados, principalmente nos pontos de tensão e no contato com as conexões e as polias. Para que tenham mais vida útil, deve-se evitar a liberação da carga de forma brusca e rápida.

A lubrificação dos cabos de aço é muito importante para reduzir o atrito interno e evitar a corrosão. O cabo deve ser limpo antes com uma escova de aço rígida e solvente, ar comprimido ou vapor. A lubrificação deve ser efetuada ainda nos componentes do motor, da transmissão, lança, suspensão e mesa de giro. Na lubrificação, outros itens que merecem atenção são os cilindros hidráulicos.

CHECK-LIST PARA INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO

  • Embreagem
  • Bomba hidráulica
  • Mangueira hidráulica com proteção de plástico
  • Filtro de óleo
  • Recorte da plataforma de giro
  • Cabos
  • Óleo no motor
  • Estrutura do chassi
  • Folga de correia
  • Roda dentada da plataforma de giro
  • Eixo do câmbio
  • Turbo compressor
  • Cabo e ponta da lança
  • Estrutura do chassi

A utilização do guindaste exige mão de obra especializada e o suporte de uma empresa qualificada em manutenção de equipamentos pesados. A E-PORT é especialista em oferecer as melhores soluções para equipamentos de movimentação de cargas, trabalhos em altura e içamentos. Com uma equipe altamente qualificada, executa todos os processos de maneira segura e eficiente.

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A importância da manutenção de GUINDASTES ARTICULADOS https://eportman.cfabio.com.br/a-importancia-da-manutencao-de-guindastes-articulados/ https://eportman.cfabio.com.br/a-importancia-da-manutencao-de-guindastes-articulados/#respond Wed, 05 Jun 2024 00:20:57 +0000 https://eportbkp2.cfabio.com.br/?p=751 Os guindastes articulados exercem grande influência dentro da empresa. Sem esse equipamento, atividades rotineiras como o transporte de mercadorias seriam praticamente impossíveis de realizar. Logo, os gestores precisam se atentar para a manutenção de guindastes articulados.

Essa é a forma mais simples para garantir a segurança e confiabilidade dos equipamentos. Além disso, as revisões periódicas garantem que os retornos sobre o investimento sejam atrativos no médio a longo prazo.

O QUE SÃO REVISÕES PERIÓDICAS?

Manutenção de guindastes articulados, ou revisões periódicas, são serviços que mantêm ou preservam a integridade do equipamento. Durante a visita, o técnico especializado confere diversos itens através de um check list, conforme previsto no manual de operação.

A primeira revisão acontece após as primeiras 50 horas de utilização do equipamento, e os seguintes itens são verificados:

  • Reaperto de prisioneiros de fixação do guindaste
  • Reaperto de conexões hidráulicas de tubos e mangueiras
  • Substituição dos filtros de alta pressão e filtros de retorno
  • Verificação do nível de óleo hidráulico
  • Inspeção visual de componentes estruturais

As demais revisões acontecem a cada 1.000 horas de utilização ou pelo menos 1 vez ao ano. Os seguintes itens são verificados nesta manutenção:

  • Reaperto de prisioneiros de fixação do guindaste
  • Reaperto de conexões hidráulicas de tubos e mangueiras
  • Inspeção de folga na coluna do guindaste
  • Substituição dos filtros de alta pressão e filtros de retorno
  • Verificação do nível de óleo hidráulico
  • Inspeção visual de componentes estruturais
  • Inspeção visual do gancho de carga
  • Inspeção visual do cabo de aço do guincho (caso equipado)
  • Teste de funcionamento dos dispositivos de segurança
  • Teste de funcionamento do controle remoto (caso equipado)
  • Teste de funcionamento de bomba e tomada de força
  • Teste de funcionamento de todos os acessórios
  • Teste de funcionamento de alavancas do comando e hastes de comutação
  • Lubrificação geral do equipamento
  • Substituição do óleo hidráulico do guindaste
  • Substituição do óleo de engrenagens do guincho de cabo (caso equipado)

É importante que os gerentes de manutenção entendam como esses fatores influenciam no desempenho dos guindastes articulados. O óleo e os filtros, por exemplo, são parte do sistema hidráulico, que atua como o “coração” dos equipamentos. Logo, precisam estar em boas condições. 

manutenção certifica que não há contaminantes no sistema, que podem ocasionar perda de componentes. Do contrário, o guindaste pode parar durante a operação ou apresentar vazamentos indesejáveis. 

Durante a revisão periódica, o técnico especializado também certifica que os prisioneiros de fixação estão bem apertados. Assim, garante a estabilidade do guindaste no caminhão e minimiza as chances de acidentes. 

IMPORTÂNCIA DAS REVISÕES

Entender o que são as revisões periódicas ajuda gestores a reforçar a importância de agendar as manutenções. O objetivo é evitar falhas e acidentes através de uma ação preventiva, independente da tipologia do equipamento. Por isso, o mais recomendado é acionar uma empresa autorizado em intervalos de tempo programados. 

Assim, a empresa contribui para o aumento da vida útil do equipamento. Existem guindastes articulados em operação há mais de 20 anos. Isso só foi possível graças à conservação e às revisões periódicas. Ao fazer as manutenções periódicas, preserva-se os componentes estruturais e hidráulicos do equipamento.

Outro ponto de atenção está no fator de economia. Engana-se quem pensa que é mais barato chamar os técnicos apenas quando há problemas. Na verdade, é o contrário: a manutenção evita que os mesmos fiquem parados por muito tempo, afetando a produção. Dessa forma, reduz os custos operacionais. 

SE NÃO FOR FEITA A MANUTENÇÃO?

O principal problema está nos contaminantes, que impactam negativamente os componentes hidráulicos. Como vimos anteriormente, esse é o “coração” do equipamento, então é de extrema importância que os filtros sejam trocados. A qualidade do óleo hidráulico também é importante, caso contrário, os guindastes articulados podem parar no meio de uma operação. 

Além disso, a manutenção de guindastes articulados engloba a parte estrutural do equipamento. Sem a realização de inspeções visuais periódicas, há o risco de ocorrer quebras que podem causar incidentes ou acidentes durante a operação.

É importante reforçar que existe uma série de normas que regulamentam o uso de guindastes articulados em canteiros de obra. É o caso da NR-12 — Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, que trata de projeto, fabricação, importação, comercialização e utilização de máquinas e equipamentos. Seu objetivo é simples: garantir a segurança do trabalho durante o uso dos guindastes e de outros equipamentos.

Essa é uma das normas mais importantes e extensas da Consolidação das Leis Trabalhistas. Ela exige informações completas sobre todo o ciclo de vida dos guindastes articulados e outras máquinas. Isso inclui a manutenção de guindastes, seu transporte, utilização e até mesmo eliminação ao final da vida útil.

Por isso é tão importante fazer revisões periódicas nesses equipamentos. É dever da empresa garantir o bem-estar de seus funcionários, promovendo a segurança no ambiente de trabalho. 

fonte: www.palfinger.com

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DICAS PARA REPARO EM GUINDASTES https://eportman.cfabio.com.br/dicas-para-reparo-em-guindastes/ https://eportman.cfabio.com.br/dicas-para-reparo-em-guindastes/#respond Sat, 01 Jun 2024 22:57:54 +0000 https://eportbkp2.cfabio.com.br/?p=743 A manutenção de guindastes envolve dois sistemas principais: sistema hidráulico e sistema elétrico. Há também um terceiro tipo de problema – mais fácil de detectar e comum a todas as máquinas – que é o problema mecânico. Problemas mecânicos são mais fáceis de detectar porque normalmente são visíveis como, por exemplo, a quebra de uma peça. Além disso, há mais profissionais experientes que sabem resolver esse tipo de problema.

Para se tornar apto a diagnosticar problemas em sistemas hidráulicos ou elétricos, no entanto, é recomendável investir em cursos técnicos de eletrônica e hidráulica ou técnico em mecatrônica. Mesmo porque, geralmente esses problemas não estão visíveis. Normalmente o que vemos é que alguma função não está operante, mas não sabemos se é um problema elétrico ou hidráulico. Primeiramente há que se descobrir isso, para tomar as próximas medidas.

Segue abaixo, um exemplo simples em duas situações (Figuras 1 e 2). Nesse exemplo, há uma válvula solenoide, no caso, uma válvula de acionamento elétrico que desvia a pressão de um lado do cilindro para o outro lado, fazendo com que o mesmo se estenda ou se retraia. Na primeira situação, a válvula está desligada, portanto a mola empurra a válvula para a esquerda e então a pressão hidráulica passa para o lado da retração do cilindro.

Na segunda situação, a válvula está ligada, portando a solenoide empurra a válvula para a direita pressionando a mola, e então a pressão hidráulica passa para o lado de extensão do cilindro. Nesse caso pode-se fazer um simples teste. É dado o comando elétrico e verificado se a voltagem (24 Volts, por exemplo) está chegando ou não até a válvula. Se sim, é um problema hidráulico; se não chegar nada, então é um problema elétrico. É fundamental que o resultado do teste esteja correto, pois o caminho a ser tomado será totalmente diferente dependendo desse resultado.

No caso de ser hidráulico, o próximo passo será checar os componentes, como bomba, válvulas e o próprio cilindro. Pode ser que a bomba não esteja fornecendo a pressão necessária, ou a válvula está com fuga interna ou emperrada, ou há fuga interna de óleo no cilindro. No caso de ser elétrico, será preciso checar fusível, interruptores, relés e conectores (Figura 3).

Figura 3

No exemplo acima, foi explicado de uma maneira simples a simbologia e funcionamento de alguns componentes: a válvula solenoide, cilindro hidráulico, fusível, interruptor e relé. Existem dezenas de componentes com seus respectivos símbolos. Nos cursos técnicos é ensinada a simbologia e o funcionamento desses componentes, possibilitando que se faça a leitura dos diagramas e análise do funcionamento normal dos diversos sistemas, de forma que se possa fazer testes em cada componente até localizar o defeituoso. Para aqueles que não queiram ou não possam investir em um curso, é possível pesquisar na internet os detalhes de cada componente, simbologia e funcionamento. Com isso, o responsável pela manutenção terá a base para a interpretação dos diagramas.

Um ponto importante a se atentar é que, antes de iniciar o reparo em qualquer máquina, é necessário o conhecimento da operação normal. Isso pode ser obtido através da leitura do manual de operação ou fazendo algumas perguntas rápidas para o operador do guindaste – que é a pessoa que mais conhece a operação do seu equipamento. Isso porque, se pararmos para pensar, como poderíamos fazer o equipamento funcionar corretamente se não sabemos como é o funcionamento correto? Não saberíamos qual é resultado que queremos obter, então não é possível saber os passos a serem tomados até atingir tal resultado. Também é necessário definir exatamente qual é o problema no equipamento e se há realmente um defeito ou se é uma operação incorreta que o está impedindo de executar a função.

Outro fator que conta muito é a experiência. Tive uma situação em que, ao fazer o diagnóstico de uma máquina, demorei cerca de dois dias para localizar o defeito. Alguns meses, depois percebi que as mesmas características daquele defeito ocorreram em outra máquina, então decidi fazer um teste e consegui localizar a causa em menos de 15 minutos.

Em outra ocasião, acompanhei a montagem de um circuito elétrico e perguntei para o técnico que estava analisando o circuito para que servia aquele sistema. Algum tempo depois, o cliente que comprou aquele equipamento estava dizendo que o equipamento estava com um defeito, porém, como eu já havia lido o manual de operação e tive a oportunidade de ver a instalação do sistema, pedi ao operador que fizesse um teste e, em questão de minutos, resolvi o problema que, na verdade, era apenas uma operação incorreta.

Essas foram algumas dicas e experiências adquiridas durante o desenvolvimento da carreira na área de manutenção em guindastes. Uma carreira interessante em que sempre há algo novo a se aprender pela tecnologia avançada e evolução contínua que garante a segurança dos trabalhadores envolvidos no içamento de cargas.

fonte: cranebrasil.com.br | por Miguel Tadano

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RENOVAÇÃO DE CONTRATO com a VLI logísitca https://eportman.cfabio.com.br/renovacao-de-contrato-com-a-vli-logisitca/ https://eportman.cfabio.com.br/renovacao-de-contrato-com-a-vli-logisitca/#respond Sun, 12 May 2024 05:05:25 +0000 https://eportbkp2.cfabio.com.br/?p=632 O Porto do Pecém é um terminal portuário da costa do Nordeste brasileiro, estilo ”OFF SHORE” localizado em um acidente geográfico denominado “Ponta do Pecém”. A E-PORT realizou serviços de atendimento à demanda de manutenções em máquinas pesadas para empresa VLI Logística que atua neste terminal portuário. A atuação da E-PORT pautada pela seriedade e profissionalismo, tem sido fundamental para o sucesso das operações portuárias, contribuindo para a eficiência e competitividade das atividades realizadas pela VLI Logística no Porto do Pecém.

A renovação do contrato de prestação de serviço da E-PORT com a VLI Logística, ocorrida no mês de Fevereiro deste ano, é um marco que reforça a parceria sólida e confiável entre as empresas. Esta renovação não apenas reafirma a confiança mútua, mas também celebra um compromisso demonstrado com os resultados e soluções alcançados ao longo das manutenções executadas pela E-PORT, que continuará a ser um parceiro estratégico na busca contínua por resultados eficientes.

fonte: Edér Santos – Diretor Técnico

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GUINDASTES HIDRÁULICOS: a eficiência dos portos brasileiros https://eportman.cfabio.com.br/guindastes-hidraulicos-impulsionando-a-eficiencia-dos-portos-brasileiros/ https://eportman.cfabio.com.br/guindastes-hidraulicos-impulsionando-a-eficiencia-dos-portos-brasileiros/#respond Mon, 06 May 2024 16:19:42 +0000 https://eport.vetor4design.br-web.com/?p=25 Os guindastes desempenham um papel fundamental na logística diária de várias atividades e setores. Quando se trata de movimentar graneis com grande eficiência, é essencial contar com equipamentos que ofereçam segurança, mobilidade e agilidade.

Neste artigo, vamos explorar os Guindastes Hidráulicos da E-Crane e entender por que eles são reconhecidos por garantir alta produtividade e eficiência na movimentação de cargas nos portos brasileiros.

Guindastes hidráulicos: a solução econômica e eficiente para portos marítimos

As operações de carregamento e descarregamento de navios nos portos exigemsegurança e agilidade. No entanto, essas características podem resultar em custos elevados e consumo excessivo de energia. É aqui que os guindastes hidráulicos se destacam, graças ao seu sistema de funcionamento que converte a pressão do óleo hidráulico em movimento mecânico através de cilindros hidráulicos. Essa tecnologia permite o levantamento e movimentação de cargas pesadas com facilidade e precisão, tornando-os a escolha preferencial para os portos marítimos.

Os modelos oferecidos pela E-Crane apresentam as maiores taxas de movimentação de carga do mercado, com tempos de ciclo em média 100% mais rápidos que a concorrência. Essa agilidade proporciona maior produtividade e um controle mais preciso do equipamento, eliminando o indesejado “efeito pêndulo” e garantindo níveis mais altos de segurança.

Destaca-se ainda que os guindastes da E-Crane são ecologicamente corretos, pois são equipados com motores elétricos, reduzindo a poluição ambiental. Além disso, seu baixo consumo de energia elétrica ao longo de 5 anos de operação torna-os ainda mais sustentáveis.

Design modular E-Crane: versatilidade e eficiência na movimentação de granéis

A E-Crane projetou um design exclusivo de ‘paralelogramo-perfeito’, garantindo que seus guindastes permaneçam sempre em equilíbrio sem a necessidade de calibração constante. Isso resulta em menor consumo de energia, redução de despesas de manutenção e alta confiabilidade, características essenciais para operações críticas 24/7 típicas dos portos marítimos.

Além de fornecer equipamentos de qualidade, a E-Crane se destaca ao oferecer soluções personalizadas aos clientes. Em cada cabine de operador é instalado o “MyECrane”, um aplicativo que auxilia na gestão das operações e permite o monitoramento remoto tanto pelo cliente como pela própria E-Crane, garantindo uma conexão direta e imediata 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Os benefícios dos guindastes hidráulicos

Resumindo, os Guindastes Hidráulicos são altamente recomendados para operações em portos marítimos pelos seguintes benefícios:

  1. Alta produtividade: na mesma faixa de potência oferece os menores tempos de ciclos, preenchimento total do grab e assim as melhores taxas de movimentação de carga.
  2. Redução dos custos com energia: Os guindastes hidráulicos E-Crane proporcionam uma drástica redução no consumo de energia, sendo uma opção econômica e amigável ao meio ambiente.
  3. Manutenção facilitada e de baixo custo: A E-Crane oferece disponibilidade de 100% para peças de reposição, facilitando os reparos. Além disso, a longevidade dessas peças resulta em baixos custos de manutenção.
  4. Operador amigável: Os modelos de guindastes da E-Crane contam com controles fáceis de usar e cabines ergonômicas, garantindo maior segurança nas operações.

fonte: www.digital.intermodal.com.br

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ROTINAS DE CONSERVAÇÃO EM GUINDASTES https://eportman.cfabio.com.br/rotinas-de-conservacao-em-guindastes/ https://eportman.cfabio.com.br/rotinas-de-conservacao-em-guindastes/#respond Fri, 03 May 2024 16:58:09 +0000 https://eport.vetor4design.br-web.com/?p=38 Como nas demais áreas, quando se trata de manutenção e reparação de guindastes, a primeira questão invariavelmente apontada é a necessidade de treinamento intensivo do operador, que é tido como o principal responsável pela longevidade do equipamento e segurança da operação. Segundo alguns fabricantes, cerca de 90% dos acidentes resultam de erros humanos.

Alguns especialistas ressaltam que não é possível falar apenas de paradas programadas quando se trata de garantir condições mecânicas adequadas a estas máquinas. Do mesmo modo, é insuficiente seguir somente as indicações do manual do fabricante do equipamento. Portanto, a indicação mais segura é a de sempre consultar e seguir as normas técnicas, como a norte-americana ASME B-30 e a ISO 9927:1, que são documentos de amplo consenso elaborados conjuntamente por fabricantes, usuários e órgãos reguladores internacionais. Outra recomendação é que o gestor de manutenção crie uma base de dados com um histórico de inspeções e manutenções do equipamento, uma ferramenta que auxilia na detecção de desvios padrões e na identificação de tendências em cada tipo de operação realizado pelos guindastes.

INSPEÇÃO DIÁRIA

Apesar de haver diferentes itens a serem inspecionados, que variam de acordo com o tipo de guindaste, alguns pontos são comuns, tanto nos modelos elétricos como nos movidos a diesel. Um deles é a inspeção diária, sempre realizada antes de a máquina entrar em operação. O procedimento inclui a verificação do nível do óleo do motor e do óleo hidráulico, além da água do radiador e dos níveis de óleo dos redutores de elevação. Em guindastes móveis, deve-se verificar ainda o nível de óleo (diesel e da transmissão) e o funcionamento dos mecanismos de manuseio da carga, como o de elevação e de giro.

No caso de guindastes treliçados, a diferença está na necessidade de verificação da estrutura da lança, para avaliar se algum elemento está amassado, solto ou desalinhado. Outros itens verificados diariamente são o ponto de fixação do cabo do moitão, a lubrificação e os componentes de desgaste.

Após a inspeção diária, ainda é necessário verificar se o local de operação da máquina abrange 360 graus livres, além de – antes de iniciar a operação – avaliar se não há obstrução mecânica no equipamento e se os freios estão em boas condições 

PROCEDIMENTOS

Se as inspeções apontarem a necessidade de manutenção, a primeira avaliação que deve ser feita é se o procedimento pode ou não ser realizado no próprio campo. Isso é importante, pois o tempo de desmontagem para transporte e a posterior remontagem, bem como o custo de frete de um equipamento de grande porte, dependendo do trajeto e da eventual necessidade de diversas carretas para transporte, poderá inviabilizar completamente o deslocamento até a oficina.

Mas a boa notícia é que, teoricamente, 100% das manutenções preventivas e preditivas podem ser realizadas no campo. Para isso, os fabricantes disponibilizam kits específicos. No caso de guindastes AT (All-Terrain), por exemplo, a cada 500 horas é preciso substituir o kit de manutenção de materiais de consumo, como correias, filtros, vedações e lubrificantes.

Já as intervenções corretivas mais complexas, como manutenção de elementos estruturais, oferecem maior segurança quando são realizadas em oficinas. Se, devido ao custo de frete, o usuário optar por realizá-las em campo, deve antes saber se o local possui condições estruturais semelhantes às de uma oficina, com espaço adequado, nivelamento correto e acesso às ferramentas necessárias, além de um técnico qualificado e segurança operacional.

Um ponto sempre lembrado é o cuidado com a limpeza, principalmente com peças móveis e vedações. Ao desconectar linhas hidráulicas de combustível, de ar ou de óleo lubrificante, por exemplo, lembre-se de limpar e inspecionar o ponto de conexão, e vedá-lo até ser reconectado. Nos redutores e no sistema hidráulico, são indicados testes físico-químicos no óleo lubrificante, procurando por partículas abrasivas e de degradação, o que pode determinar a periodicidade em que esse produto deverá ser trocado.

Com os devidos componentes protegidos e limpos, é possível fazer a desmontagem do equipamento, sempre examinando o trabalho executado e conferindo o check-list, para se certificar que nada deixou de ser feito. Além disso, antes de trabalhar nos sistemas elétricos da máquina é necessário desligar o motor e retirar as baterias.

fonte: www.guindastes.com

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ONDAS MAGNÉTICAS: usadas para evitar acidentes https://eportman.cfabio.com.br/ondas-magneticas-usadas-para-evitar-acidentes-em-areas-de-movimentacao/ https://eportman.cfabio.com.br/ondas-magneticas-usadas-para-evitar-acidentes-em-areas-de-movimentacao/#respond Mon, 29 Apr 2024 17:12:18 +0000 https://eport.vetor4design.br-web.com/?p=43 Para tornar mais precisa a detecção de pedestres vulneráveis nos ambientes onde circulam máquinas e empilhadeiras, uma nova tecnologia passou a ser adotada, com melhores resultados: os sensores com campos eletromagnéticos. A inovação foi criada por um ex-engenheiro da NASA (Agência Espacial Norte-Americana), que batizou o sistema de HIT-NOT.

O sistema é composto por sensores instalados nas empilhadeiras e nos coletes dos funcionários que transitam pelos pátios e armazéns. Um Dispositivo de Alarme Pessoal (PAD) é usado pelo pedestre e contém elementos que se comunicam com o Gerador de Campo Magnético montado no equipamento móvel.

O HIT-NOT é indicado principalmente para operações com muitos pontos cegos, como grandes pátios ou Centros de Distribuição, em especial aqueles com cargas mais volumosas.

Sempre que um destes entrar no raio de detecção de sinais, o equipamento emitirá sinais sonoros, visuais e de vibração – para o pedestre e para o operador da empilhadeira – mesmo se entre eles houver pontos cegos e bloqueios físicos, como blocos de cargas, paredes, racks, contêineres.

O campo magnético do HIT-NOT® é dividido em duas zonas: Zona de Alerta e Zona de Perigo. E o raio de cobertura e detecção pode chegar a 13 metros para veículos de pequeno porte (rebocadores, empilhadeiras e tratores) ou até 30 metros para veículos de grande porte (retroescavadeiras, pá-carregadeiras e guindastes).

Vantagens do novo sistema — Nos últimos anos, as indústrias e operadores logísticos têm recorrido a diversas tecnologias para evitar acidentes com empilhadeiras. Uma delas é o RFID (identificação por radiofrequência), o mesmo sistema utilizado para leitura de etiquetas em supermercados. Nos armazéns logísticos, este método é adotado em sensores instalados nas empilhadeiras para detectar objetos em sua trajetória.

No entanto, as ondas de radiofrequência não atravessam barreiras físicas, como paredes, colunas e pilhas de cargas. Neste caso, se um pedestre surge de repente em um cruzamento de corredores, pode ocorrer um atropelamento, com consequências graves para os envolvidos e para a empresa.

Da NASA para a logística — O equipamento foi criado pela Frederick Energy Products, fundada em 1995 por Larry Frederick, ex-engenheiro da NASA, que trabalhou nos programas Apollo Moon e Skylab, entre outros. Após deixar a agência especial, Frederick se dedicou ao desenvolvimento de novas tecnologias, como projetos de segurança para astronautas e para atividades de mineração. O sistema de ondas magnéticas do HIT-NOT veio de um desses projetos.

“Antes da implantação de um sistema de detecção de movimentos, recomendamos um diagnóstico completo dos pontos de risco de uma operação logística”, diz Afonso Moreira, diretor da AHM Solution, que representa a tecnologia HIT-NOT® no Brasil e em outros países da América Latina, como Argentina, Chile, Colômbia, Peru e México.

O sistema HIT-NOT® já foi implantado pela AHM Solution em grandes empresas no Brasil e em outros países da região, como Alcoa, Arauco, Arcelor Mittal, Dow, Denso, GM, International Paper, Novelis, Souza Cruz, entre outras.

Acidentes na movimentação — As colisões e atropelamentos por empilhadeiras estão entre as maiores causas de acidentes nas operações logísticas. Segundo o estudo Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, elaborado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), entre 2012 e 2019, a maior parte dos acidentes de trabalho no Brasil foi ocasionada pela operação de máquinas e equipamentos (15%). Em 2020, esse percentual subiu para 18%.

fonte: www.cartadelogistica.com.br

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